Começa a nova fase do projeto "Niterói que Queremos"

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12/02/2014 | Macroplan
A Macroplan e a Prefeitura de Niterói deram início a nova fase do projeto "Niterói que Queremos", realizado em parceria com o Movimento Brasil Competitivo. O objetivo é formular um Plano Estratégico de Desenvolvimento de Longo Prazo para a cidade, preparando-o para os desafios do futuro e envolvendo a sociedade.


Agora, os olhos se voltam para a formulação de estratégias e definição dos grandes desafios e metas criados a partir dos resultados obtidos na primeira fase do projeto. Esses dados foram coletados na etapa inicial do projeto, a partir de 40 entrevistas qualitativas com formadores de opinião do município e de um diagnóstico socioeconômico sobre os principais entraves para o desenvolvimento do município.


Com isso, foi possível estabelecer metas que não apenas atendam às necessidades da população, tendo um respaldo social comprovado, como também focar-se nas grandes iniciativas que tenham um embasamento quantitativo sólido, capaz de gerar um legado duradouro para a cidade. Dessa forma, é possível evitar gastos desnecessários e o esvaziamento de recursos públicos.


O grande diferencial do "Niterói que Queremos" é alta taxa de participação popular. É uma diretriz da equipe de gestão da cidade de que este seja um projeto da cidade para a cidade. Lançado no dia 10 de dezembro, o portalwww.niteroiquequeremos.com.br conta com uma pesquisa voltada para conhecer os desejos das pessoas que estudam, trabalham ou moram na cidade. Até aqui, o trabalho tem sido um sucesso: mais de 1800 pessoas já responderam o questionário. As consultas populares, no entanto, ainda vão continuar em outras frentes.


"É tudo parte de uma estratégia bastante participativa", disse a gerente de projeto da Macroplan, Juliana Kircher. "A Prefeitura organizará 5 congressos entre os meses de março e maio para dar ainda mais voz a população, sobretudo àquela parcela dos niteroienses que não tem acesso à internet. Se você quer pegar a sociedade de uma forma mais geral e entender problemas regionais, é importante falar com o maior número possível de pessoas.", ela concluiu.