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Embrapa contrata Macroplan para definir plano de longo prazo

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Maior empresa de pesquisa do País, 100% brasileira, a Embrapa está se preparando para atuar em um novo cenário global, pautado pelos impactos das mudanças climáticas nas atividades produtivas, pela crescente produção de agroenergia e pelo desafio da sustentabilidade e da utilização de novas tecnologias. Atenta à necessidade de atuar em um ambiente cada vez mais dinâmico, a Embrapa está definindo novos objetivos estratégicos de médio e de longo prazos. Para entrar neste novo terreno, a Embrapa contratou, através de um processo de licitação que priorizou a melhor técnica, a consultoria Macroplan para apoiar a empresa e suas 41 unidades descentralizadas na elaboração de seus planos diretores para o horizonte 2008-2011-2023. Uma das principais inovações deste projeto é a introdução da visão de longo prazo (2008-2023), que estará apoiada na contrução de cenários do ambiente de atuação das instituições de PD&I para o agronegócio.
“A Embrapa tem uma trajetória de sucesso. Desde 1973 até os dias atuais ela tem contribuído sobremaneira para o desenvolvimento do agronegócio brasileiro. Contudo, os desafios e as exigências se ampliaram e o êxito da passado não garantirá respostas adequadas aos desafios do futuro”, afirmou o consultor da Macroplan, Gustavo Morelli, coordenador do projeto. Segundo ele, a busca da sustentabilidade econômica, social e ambiental das atividades produtivas, os impactos das mudanças climáticas nas atividades produtivas, assim como a produção de agroenergia e as possibilidades de inovação que se abrem a partir da junção de novas áreas do conhecimento, como a bionanotecnologia, são algumas das novas peças do jogo no qual a Embrapa atuará daqui para a frente.

“O trabalho da Macroplan consiste em apoiar a Embrapa na leitura deste novo ambiente, na identificação dos seus principais desafios internos e externos, na definição das prioridades, na transformação destas informações em um plano, com visão de longo e médio prazos, e na construção de metodologia de monitoramento dos cenários externos e dos resultados alcançados, de modo a permitir a atualização permanente dos desafios, das prioridades e de seus planos”, afirmou a consultora da Macroplan, Andréa Belfort.

O desafio da Embrapa é resumido pelo diretor presidente da Macroplan, Claudio Porto. “Para fazer frente a este novo cenário, em especial à inovação tecnológica, são necessárias inovações organizacionais e gerenciais na empresa. Será importante a Embrapa se tornar um ´player´ global no âmbito da pesquisa agropecuária, em especial no chamado mundo tropical, e aprimorar as suas tecnologias. O desafio passou a ser global”, concluiu Porto.

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